Museu da Xícara on line

30/01/2011 21:30

Fonte: www.mexidodeideias.com.br

Um bom café sempre vem acompanhado de histórias e lembranças. Pensando nisso, o Blog Mexido de Ideias organiza um museu virtual de canecas e xícaras de pessoas do país inteiro, bem como outras peças curiosas. Prepare um café e divirta-se com as inúmeras histórias.

http://www.flickr.com/photos/museudasxicaras

Starbucks faz mudança de logo

30/01/2011 21:16

Fonte www.momentoscafeinados.com.br

A maior rede de cafeteiria do mundo,  Starbucks, terá seu logotipo modificado em Março, ano que será comemorado 40 anos da marca. Ao longo desta trajetória de sucesso, será a quarta mudança no logo.

A Starbucks quer ampliar seus serviços, oferecendo produtos da marca também para supermercados e também oferecendo produtos que vão além do café, por isso a retirada do “Coffee”. O CEO da Starbucks Howard Schultz, afirma “Mesmo tendo sido sempre uma empresa de café, o que sempre continuaremos a ser, é possível que no futuro tenhamos outros produtos com nosso nome e sem café no seu conteúdo”

O logotipo da Starbucks é uma sereia de duas caldas, na primeira versão esta exibia os seios e as caldas. Agora o ultimo logo será mais simplificados sem o nome da marca e o coffee, com ZOOM na sereia.

original_Starbucks - cafeteria Exprèx Caffè

Café pode ajudar a curar ressaca

30/01/2011 19:46

Fonte Jornal Hora de Santa Catarina/saúde

Nada de chazinhos milagrosos ou fórmulas mágicas. Para curar a ressaca típica de um dia após a farra, nada como uma boa xícara de café — ou talvez várias. Ao menos, é o que indica um estudo com ratos da Universidade Thomas Jefferson (Filadélfia, EUA).

A pesquisa, publicada na revista científica PLoS One, testou nos roedores os efeitos de pequenas doses de etanol. Os roedores tratados com cafeína três horas após a simulação da bebedeira não tiveram dor de cabeça.

Os testes não foram realizados em seres humanos, mas, no nosso caso, diz o estudo, a ingestão de café seria recomendada quatro horas depois de beber, momento em que o nível de acetato no corpo começa a subir.

É importante ressaltar, porém, que, pouco mais de uma hora depois — tempo necessário para o organismo dos ratos processar a cafeína — os sintomas surgiram, o que significa que é preciso um pouco mais que um cafezinho no dia seguinte se você decidir extrapolar naquela festa do próximo fim de semana.

Pesquisadores criam garra robótica com balão e pó de café

21/11/2010 19:10

cafeteria Exprèx Caffè - braço mecanico

Fonte: site Terra – Tecnologia

Pesquisadores da Universidade de Chicago, Universidade de Cornell e da empresa iRobot Corp., nos EUA, desenvolveram um novo tipo de garra robótica. Sem tentar imitar a mão humana, a garra é feita usando apenas pó de café e um balão de festa.

Assim como comenta o site do TG Daily, às vezes a solução para alguns problemas é mais simples do que se pensa. De acordo com Hod Lipson, um professor associado da Universidade de Chicago, este universal robotic gripper é o mais próximo do que já se chegou ao real no desenvolvimento deste tipo de interação robótica, e ela poderia estar no mercado amanhã mesmo.

O projeto foi publicado nesta segunda-feira, na revista online Proceedings of the National Academy of Sciences, e foi financiado pela DARPA, a agência de pesquisas em defesa dos EUA.

O funcionamento da garra é muito simples, conta o site da Cornell. Um balão de festas é preenchido com pó de café e preso a um braço robótico. Em contato com o objeto desejado, o balão se modela em torno dele e um vácuo é aplicado ao balão, tornando rigída a sua “pegada”. Para soltar o objeto, bastar liberar a pressão.

Segundo Lipson, os grãos do pó de café possuem propriedades interessantes para este uso. Quando não existe pressão, eles ficam livres e rolam uns sobre os outros. Porém, quando é aplicada uma pressão, eles se tornam sólidos. Mesmo assim, foram testados outros grãos, como a areia. Segundo o pesquisador, ela respondeu melhor no aperto, mas era muito mais pesada.

Um vídeo da operação da garra está disponível no YouTube, pela url tiny.cc/16w7n. É possível ver o braço robótico manuseando diferentes objetos, desde coisas pesadas até um frágil ovo. Mas as exibições se tornam mais interessantes quando o robô coloca água em uma xícara ou escreve. Vale a pena conferir.

Grão de café é utilizado para fabricação de cosméticos

19/09/2010 20:11

O projeto inovador trouxe reconhecimento internacional para a empresa localizada em Três Pontas (MG). Os produtos combatem os radicais livres, que causam o envelhecimento da pele.

FONTE: GLOBO.COM

Carro movido a grãos de café

16/03/2010 18:32

carpuccino

Para percorrer trajeto de 337 km, veículo vai usar 70 quilos do grão.

Nesta quarta-feira (10), um carro que utiliza café como combustível foi apresentado no Reino Unido. Batizado de Car-puccino, o modelo Volkswagen Scirocco, de 1988, foi escolhido como base do projeto devido sua semelhança com o veículo usado no filme “De Volta para o Futuro”, um DMC-12, da De Lorean Motor Company.

O Car-puccino foi desenvolvido pelo grupo de cientistas do programa “Bang Goes The Theory”, da BBC, e percorrerá 337 quilômetros entre Manchester e Londres abastecido apenas com grãos de café. Depois, o carro ficará em exposição numa feira de ciências em Manchester.

Os cientistas calculam que para percorrer cinco quilômetros o carro precise de um quilo de café, o equivalente a 56 xícaras de espresso. Logo, para percorrer o trajeto, serão usados 70 quilos de café, ou 11.760 xícaras de café curto.

Apesar da velocidade máxima do carro chegar a 60 km/h, durante a viagem entre  Manchester e Londres, o veículo não alcançará sua total potência.

Como funciona

Os grãos de café são colocados em um cilindro e aquecidos a carvão até produzirem hidrogênio e monóxido de carbono.

Esse gás alimenta o radiador por meio de tubos, refrigerando o motor.

O gás então passa por dois filtros colocados no porta-malas. Um dos filtros libera qualquer resíduo sólido. O outro impede que o equipamento superaqueça.

Já limpo, o gás é levado até a parte frontal do veículo, onde percorre o motor por meio de explosão e possibilita que o carro se mova.

Cientista americano cria café inalável

16/03/2010 18:00

fonte: Portal Terra Noticias

Já aconteceu com todo o geek que se preza: você precisa de uma dose extra de cafeína, agora, e descobre que não há uma única xícara de café decente nas redondezas. Para resolver este problema, o professor norte-americano David Edwards criou Le Whiff, uma mistura de café em pó feito para ser inalado.

O produto vem em “bastões” similares a um batom, contendo uma mistura muito fina de café pulverizado. Basta abrir o bastão, colocar na boca e respirar fundo. Cada “dose” tem o equivalente a 100 miligramas de cafeína, o correspondente a uma boa xícara de expresso, e um bastão rende 9 doses.

Segundo o jornal NY Post, o Le Whif foi desenvolvido na França, em parceria com o “chef” Thierry Marx. De acordo com o inventor, as partículas foram projet adas para aderir à língua e às paredes da boca, deixando um “gostinho” de café e a cafeína, sem que se alojem no pulmão. Cada “baforada” tem apenas 1 caloria.

Por enquanto o Le Whif está disponível em apenas duas lojas nos EUA, em Nova Iorque e Cambridge, mas a fabricante planeja para breve lançamento em todos os EUA, Inglaterra, França e Japão. Cada bastão custa US$ 3,00, e também há uma versão chocolate. Mais informações no site oficial, em www.lewhif.com/launch.html.

Cafeteria aposta em garçons de topless para enfrentar crise nos EUA

26/02/2010 11:58

Washington, 2 mar 2010 (EFE).-

O dono de uma cafeteria americana teve uma ideia inusitada para superar a crise financeira: colocou os garçons e garçonetes para trabalhar de topless, informou hoje a imprensa local.

Apesar da crise, Donald Crabtree abriu recentemente um negócio em Vassalboro, uma pequena localidade de 4.500 pessoas no estado do Maine, e aparentemente a loja prosperou, apesar da oposição inicial dos habitantes da cidade.

O View Topless Coffee Shop não é uma cafeteria qualquer, já que os garçons, homens e mulheres, servem cafés nus da cintura para cima.

Crabtree recebeu uma avalanche de 150 solicitações de emprego e, no final, escolheu dez mulheres e cinco homens que, segundo o jornal “The Examiner”, têm que cumprir as normas da casa: “Ser amáveis e atender a todo o mundo por igual”.

Os clientes também têm regras de etiqueta a respeitar: Não podem tocar, tirar fotos e só podem pagar a conta em dinheiro vivo.

O jornal informou que uma das garçonetes recebeu uma gorjeta de US$ 100 por servir uma xícara de café, e os outros garçons também estão satisfeitos, já que as gratificações rondam os US$ 30.

A cafeteria está aberta há só uma semana, mas começa a ter seus fiéis frequentadores. Uma variedade de indivíduos – incluindo os curiosos -, mas, principalmente, “casais e mulheres”, disse o empresário. EFE

Água e borra de café viraram armas no combate a dengue

26/02/2010 11:40

Fonte Globo Minas

A dengue é uma preocupação nas cidades brasileiras. Em Belo Horizonte, desde o início do ano, já foram confirmados 208 casos da doença. Em 4,2% das casas há focos do mosquito transmissor. Para o Ministério da Saúde, esse índice não deveria ultrapassar 1%. Para conter a proliferação do aedes aegypt, uma pesquisa feita em São Paulo ensina uma alternativa caseira: usar borra de café em vasos de plantas, os quais acumulam água e servem de criadouro.

Segundo pesquisadores da Universidade Estadual Paulista, a cafeína que existe no pó de café coado é capaz de matar as larvas do mosquito. A proporção é de quatro colheres de sopa de borra de café para cada copo de água. De acordo com o estudo, as larvas são intoxicadas e morrem entre 24 horas e 48 horas e, mesmo as que demoram mais para morrer, não evoluem para a fase adulta, que é a fase da transmissão. A borra deve ser trocada a cada sete dias.

A reprodução do mosquito transmissor é muito rápida. Em 30 dias de vida, uma fêmea chega a colocar até três mil ovos, os quais podem ficar aguardando contato com a água por até um ano.

Nariz eletrônico

18/02/2010 15:47
Fonte TV Ciência – on line – Portugal

Cientistas desenvolvem “nariz eletrônico” para identificar e distinguir aromas de café e tempo de torrefação. Um novo dispositivo que pode ajudar produtores a melhorar a qualidade dos lotes de café.

Um método mais simples e menos dispendioso para identificação de aromas de cafés pode vir a abrir portas para ajudar agricultores a determinar os lotes de maior qualidade. Um problema que até agora não tinha resolução, já que os aromas de grãos de café torrados podem apresentar mais de mil compostos que se alteram com a temperatura e a torrefação.

No estudo desenvolvido por cientistas da Universidade de Illionis, nos EUA, e publicado na edição de 09 de Fevereiro da revista científica Analytical Chemistry, o dispositivo apresenta-se como um “nariz eletrônico” que se baseia numa série de sensores colorimétricos, ou seja, tintas que interagem com os químicos dos compostos voláteis das misturas de café.

Apesar do princípio de identificação de compostos com base em tintas não ser uma novidade na constituição de “narizes eletrônicos”, os cientistas revelam que o novo dispositivo se apresenta mais eficaz graças à utilização de tintas especiais que interagem fortemente com químicos, tornando-as mais precisas.

Tintas cujos pigmentos pertencem a uma série de classes de químicos, incluindo a metaloporfinas (uma classe de moléculas que atribuem ao sangue ou à clorofila as suas cores características), indicadores de pH e moléculas que alteram de cor perante o vapor de certos químicos.

Os cientistas explicam que no estudo testaram dez tipos diferentes de misturas de cafés. Para isso, deitaram 36 gotas de tintas num filme de polímero da dimensão de uma moeda e à medida que os compostos voláteis das misturas de café interagiam com as tintas, o dispositivo produziu um padrão de cores único para cada mistura à semelhança de uma «impressão digital molecular».

A série de sensores colorimétricos demonstraram um excelente potencial para análises de sistemas complexos em aplicações práticas e fornece um novo método de discriminação entre misturas complexas muito semelhantes, afirmam os cientistas no estudo publicado na Analytical Chemistry.

Para além da distinção entre várias misturas de café, os cientistas revelam que o dispositivo é também capaz de identificar em que alturas os grãos de café foram submetidos a processos de torrefação e durante quanto tempo.

Os efeitos da temperatura e tempo na torrefação de grãos de café verde foram imediatamente observados e distinguidos com uma resolução melhor que dez graus Célsius e cinco minutos, respectivamente.

Um “nariz eletrônico” que não só pode encontrar aplicação na distinção de misturas de cafés, como também em outros produtos alimentares ou detecção de outros químicos como contaminantes.