Marcia Yoko Shimosaka é classificadora e degustadora de café e visita o Japão frequentemente.
Em março viajei para uma temporada na Ásia. A grande vantagem em trabalhar com café é que o produto nos permite essa mobilidade de sempre conhecer lugares novos, pessoas e diferentes culturas. Viajar para fora, principalmente para o Japão, Coreia do Sul e China, é um aprendizado enorme. Por eu ser de origem oriental, cada vez que vou tenho um diferencial: as pessoas me tratam como se eu fosse nativa do lugar. Muitas vezes esquecem que sou brasileira, daí o grande desafio: fechar um negócio respeitando a cultura e os costumes de cada local.
Nasci no meio do café. Desde que minha família imigrou do Japão para o Brasil, há 50 anos, eles produzem café. Queria primeiramente ser barista, porém percebi que não tinha perfil e acabei me encantando com a profissão de degustadora. O incentivo veio de observar o professor José Luiz Barbosa de Toledo provar café. Estudei e numa oportunidade entrei como juíza em um concurso de qualidade e não parei mais. O que mais me motiva nessa profissão é poder transmitir o conhecimento técnico sobre café para as pessoas. Seja o consumidor final, profissionais do café e principalmente o próprio produtor, que não conhece tecnicamente o produto dele. É recompensador perceber a mudança de comportamento das pessoas a partir do momento em que começam a adquirir esse conhecimento técnico do café.
Na última viagem que fiz para a Ásia foram três meses ministrando cursos e palestras sobre os cafés do Brasil. É incrível a quantidade de interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre cafés, não somente profissionais, mas também pessoas que simplesmente adoram tomar café. A excentricidade ou a obsessão é tanta que alguns compram grãos verdes, torram e preparam o café em casa. Porém isso não interfere na clientela de algumas cafeterias típicas japonesas chamadas kissatens. Na verdade esses lugares são refúgios secretos onde enquanto se toma um café esquece-se do mundo e dos problemas.
O método de preparo usual no Japão é o do coador de pano ou de papel, feito em doses individuais e preparado na hora. Existe uma técnica que prepara o café através de gotejamento, o tenteki dorippu. Para este tipo de café coado ficar pronto demora cerca de dez minutos. Se tiver fila então, mais de uma hora.
Além do coador, existe também o espresso e o syphon. Este último tem até um campeonato tão popular quanto o de barista. Este preparo é também conhecido na Europa como cona vácuo ou vacpot ou vacuum brewed coffee. É uma verdadeira engenhoca. O café é preparado por transferência. A água é fervida em um balão de vidro, sobe e passa por um filtro. Eu mesma me arrisquei no syphon por ser aparentemente simples, mas há muita técnica também no preparo.
O método de preparo usual no Japão é o do coador de pano ou de papel, feito em doses individuais e preparado na hora. Mas tomar o café em lata é a forma mais prática e barata de conseguir uma dose de cafeína a qualquer hora do dia
Espresso e baristas também são populares no Japão, principalmente nos bares de estilo italiano e cafeterias francesas localizados nos bairros mais nobres. Mas assim como no Brasil, lá a profissão de barista também não é reconhecida. A maioria dos baristas se dedica ao café por paixão à profissão. E olha que o Japão já teve um vice-campeão mundial, o Hiroyuki Kadowaki, e um quarto lugar, a barista Miyuki Miyamae.
Como degustadora de café não posso deixar de comentar que fiquei decepcionada ao ver apenas Café do Brasil Santos Tipo 2 nos supermercados do país. Infelizmente para a grande maioria esse é o padrão conhecido do café brasileiro, que está longe de ser o nosso melhor café como cartão de visita para os japoneses. Origens muito populares no Japão são: Jamaica Blue Montain, Hawaii Kona, Indonesia Mandheling, Esmerald Mountain Colombia, Kilimanjaro Tanzania, Moka Matari Iemen ou Etiópia. Não é por acaso que o paladar japonês é conhecido como um dos mais exigentes do mundo.
Uma última experiência que não posso deixar de citar é a de tomar o café em lata. Ele é vendido como refrigerante nas vending machines e custa, em média, US$ 1,00. É possível escolher entre gelado, quente, com açúcar, latte ou black (puro). Esta é a forma mais prática e barata de conseguir uma dose de cafeína a qualquer hora do dia. Com sorte você ainda pode encontrar numa dessas latinhas o rosto familiar de uma brasileira: a barista tricampeã Silvia Magalhães. Vale a pena conferir!
Que tal ler um texto com cheirinho de chá ou café? Com a impressora desenvolvida pelo coreano Jeon Hwan Ju, é possível. Isso porque a máquina dispensa o uso de tintas e cartuchos cheios de produtos químicos e imprime suas imagens e textos usando borra de café ou chá.
Batizada de RITI Coffee, a impressora resolve problemas como não poder imprimir um documento por falta de tinta, precisar gastar dinheiro com a compra de novos cartuchos, gerar mais resíduos químicos e até sujar as mãos de tinta na hora de trocar os tonéis.
Funciona assim: em vez de jogar fora a borra do café ou o resto de chá, você deposita os resíduos num cartucho especial que fica acoplado em cima da impressora, coloca o papel no meio do equipamento e movimenta o cartucho de um lado para outro. Aos poucos, a imagem ou o texto aparecem. Por trocar a eletricidade pela “ajudinha” do usuário, a impressora se torna ainda mais eco-friendly.
Gennaro Pelliccia tem uma língua privilegiada, capaz de diferenciar milhares de aromas de café. Foi por isso que a cadeia de lojas Costa Coffe, rede para qual trabalha, decidiu assegurar por 10 milhões de libra (R$ 34 milhões) a sua língua. A apólice foi segurada pelo banco Lloyds.
Pellicia prova uma amostra de cada leva de grãos crus de café na usina processadora que a Costa Coffe tem em Londres, antes que elas sejam torradas e enviadas para as lojas. A rede de cafeterias vende 108 milhões de xícaras da bebida por ano, em vários países, e pretende ampliar sua participação no mercado internacional.
“Na minha profissão, as papilas gustativas e as habilidades sensoriais são cruciais. Meus 18 anos de experiência permitem distinguir o gosto de milhares de sabores”, disse em entrevista ao jornal britânico Telepraph.
Um porta-voz da Glencairn Limited, corretora que pertence ao grupo Lloyd’s, responsável pela milionária apólice, afirmou que esta é uma das maiores apólices de seguro feitas por um indivíduo. “As papilas gustativas de um especialista em café são tão importantes quanto as cordas vocais de um cantor ou as pernas de uma top model”, disse.
Os grãos de café que sobram na produção da bebida são transformados em roupas esportivas pela empresa taiwanesa Singtex Industrial Company.
O processo de produção é semelhante ao utilizado em tecidos feitos com fibra de bambu e foi pesquisado durante quatro anos por três cientistas e pelo criador da ideia, Jansen Chen, diretor geral do grupo. Segundo ele, o estalo aconteceu enquanto saboreava uma xícara de café.
A linha orgânica vendida pela marca S.Café conta com peças leves, de rápida secagem, com proteção para raios UV e controle de odor.
Segundo Chen, com uma xícara de grão de café é possível fazer duas camisetas.
A Singtex recolhe, por mês e gratuitamente, entre 300kg e 400kg de grãos inutilizados pela cadeia norte-americana Starbucks.
Não é o primeiro material inusitado usado pela empresa para fazer roupas. A Singtex fabrica roupas a partir de garrafas pet e cocos.
A cafeína surge naturalmente em mais de 60 plantas, incluindo:
a planta arábica, que produz grãos de café;
a árvore de cacau Theobroma, que produz as sementes que são o ingrediente primário do chocolate;
nozes kola, utilizado em muitas bebidas de cola;
a planta Thea sinensis, onde as folhas são usadas para chás.
Quando separada de suas origens, a cafeína é um pó branco de gosto amargo. Muitos processos ão usados para remover a cafeína de suas origens naturais, como os associados:
ao cloreto de metileno;
ao acetato de etila;
ao dióxido de carbono;
à água.
Cloreto de metileno é uma substância usada como solvente para extrair a cafeína de várias matérias-primas. Moléculas de cafeína se ligam a moléculas de cloreto de metileno. Os materiais são suavizados em um banho de água ou evaporados. O próximo passo é processar os materiais com cloreto de metileno através de dois métodos:
usando o método “direto”, a cafeína é removida pela direta absorção de materiais em cloreto de metileno;
usando o método “indireto”, a cafeína, que é solúvel na água, é extraída pela absorção de materiais em água. Muitos dos sabores e óleos são também extraídos durante este processo, então a solução é tratada com cloreto de metileno e depois devolvida aos materiais para reabsorção dos aromatizantes.
O processo de acetato de etila produz a chamada “extração natural de cafeína”, pois ele é um elemento químico encontrado naturalmente em muitas frutas. A cafeína é extraída da mesma forma como no processo de cloreto de metileno, porém o acetato de etila é o solvente.Para extrair a cafeína usando dióxido de carbono (CO2), materiais são “cozidos sob pressão” com o gás em água filtrada. Em altas pressões e temperaturas, o dióxido de carbono está em estado super crítico, agindo ao mesmo tempo como um gás e um líquido. Isto se torna um solvente com moléculas pequenas e não polares atraindo as pequenas moléculas de cafeína. Uma vez que as moléculas de sabor são maiores, elas permanecem intactas, o que faz com que este processo mantenha mais o sabor dos materiais.
A extração de cafeína através da água é usada primariamente para a extração de cafeína do café. O processo é similar ao método “indireto” usado no processo de cloreto de metileno. Depois que a cafeína é separada dos materiais através de enxágüe em água quente por um período de tempo, a solução então é passada através de um filtro de carbono para a remoção de cafeína. A água é então retornada aos poucos para a reabsorção dos sabores e óleos. No processo da Swiss Water, o mesmo método é usado, mas ao invés de água, os grãos são enxaguados em uma solução com sabor de café. O resultado é que a cafeína é extraída sem a remoção dos sabores do café.
A cafeína não é removida completamente e não usa nenhum destes métodos, mas sob os regulamentos federais dos Estados Unidos, os níveis de cafeína não devem exceder 2,5% do produto para ser rotulado como “descafeinado”.
A maior parte da cafeína removida nos processos é fabricada para uso em outros produtos, tais como remédios e refrigerantes. Por exemplo, menos que 5% da cafeína encontrada em refrigerantes a base de cola são realmente de nozes kola, e vários refrigerantes de “alta cafeína” não contêm nozes kola. A cafeína contida nos refrigerantes é principalmente resultado da adição de cafeína extraída do processo de descafeinação.
Porque nosso café não foi feito para ser tomado depressa. Porque a maioria das pessoas não conhece nosso modelo de negócio. Porque fica mais sonoro. Porque respeitamos as tradições italianas de preparo e escrita do café. Porque queríamos chamar a atenção. Porque nossos cafés não tem nada de similar com os cafés do mercado. Porque as pessoas precisam saber a diferença entre espresso e expresso. Porque não somos uma empresa de transporte que carrega café. Porque a maioria das pessoas nem imagina o quanto sabemos sobre o assunto. Porque nosso café é cuidadosamente plantado. Porque nosso café é meticulosamente colhido. Porque nosso café é artesanalmente torrado. Porque o café é nosso e escrevemos do jeito que acharmos melhor. Porque todo mundo pergunta se não está errado. Porque gostamos de quebrar paradigmas. Porque nosso marketeiro achou um diferencial. Porque nosso publicitário achou bacana. Porque nossa assessoria de imprensa achou que tinha tudo a ver. Porque a máquina de escrever não tinha a letra x. Porque adoramos consternar nossos funcionários. Porque toda nossa vida é dedicada a um produto que não tem nada de rapidinho. Porque as pessoas ficam curiosas e tomam mais café para saberem a diferença. Porque adoramos ter motivo para explicar o verdadeiro conceito dos cafés especiais para nossos clientes. Porque nosso café é mais saboroso e saudável.
Dalai Latte, bebida em homenagem ao Dalai Lama, é servida nesta quarta-feira (2) em hotel em Kaohsiung, no sul de Taiwan. A bebida é um mix de café, leite, chá e ‘sabores do Tibete’, segundo o hotel. O líder espiritual Tibetano está hospedado no local, Ele visita a ilha para confortar as vítimas do tufão Morakot, que matou pelo menos 571 pessoas. (Foto: Reuters)
Fãs do seriado americano Friends poderão visitar uma réplica do Central Perk, o famoso café do programa, no centro de Londres nas próximas duas semanas.
O café provisório foi criado para comemorar o aniversário de 15 anos do início do seriado.
O ator James Michael Tyler, que interpretou Gunther, o homem que durante dez anos serviu café no Central Perk, estava presente na abertura do local.
Alguns dos objetos que fizeram parte do seriado foram levados para Londres para permanecerem expostos nas paredes do café, como ‘Glynnis’, uma das obras de arte da personagem Phoebe.
Os organizadores esperam receber até 900 visitantes por dia.
Rapidinhas – Friends – será filme em 2011 O grupo de actores da série «Friends» vai reunir-se novamente para a gravação do filme baseado no argumento para a TV. A obra, que deverá estrear em 2011, contará no elenco com Jennifer Aniston (40), Courteney Cox (45), Lisa Kudrow (46), Matt LeBlanc (42), Matthew Perry (40), e David Schwimmer (42), segundo o Daily Mail. Os autores da produção original, David Crane e Marta Kauffman, foram convidados para escrever o argumento. “Friends” terminou em 2004 e foi um fenómeno de audiências em diversos países.
A busca pela potencialização do sabor do café deu corpo à moda do café salgado em Taiwan. No ocidente, esse tipo de combinação pode fazer muita gente torcer o nariz, mas é uma aposta recente em busca de diferentes experiências
REVISTA ESPRESSO – ED 25 – TEXTO Júlia Zillig FOTOGRAFIA Alexia Santi
Hoje, toda vez que bebo o café salgado, eu penso na minha infância, na minha cidade natal. A frase, do conto Café Salgado, da escritora Shimada Coelho (www.shimadacoelho.blogspot.com), mostra algo que, à primeira vista, parece inusitado. Um café temperado com sal? No mundo, o café é conhecido por ser degustado puro ou com açúcar – ou adoçante, para quem quer uma bebida com menos calorias.
E seus acompanhamentos seguem a mesma linha: petits-fours, bolachas, chocolates. Tudo liga a bebida a toques mais doces, característica do paladar ocidental quando o assunto é café.
No entanto, em alguns lugares parece que a bebida do conto de Shimada ganhou adeptos. Em Taiwan, conhecida por uma gastronomia um tanto quanto exótica – insetos são servidos como petiscos, por exemplo -, tomar café salgado virou moda. A onda surgiu na rede de cafés 85ºC Bakery Cafe, a mais popular da região, que hoje tem o produto como o mais vendido da casa. Para esse povo – que tem o hábito de jogar sal nas frutas para destacar sua doçura e como traço marcante a mistura de sabores -, o novo ingrediente não parece nenhuma grande inovação no Oriente. Segundo os especialistas locais, o segredo do sucesso é a sequência de sabores que a bebida proporciona. O sal aflora os sentidos e em seguida as papilas gustativas sentem o gosto adocicado do café.
Marcia Yoko Shimosaka, degustadora de cafés da AMSH Consultoria, esteve em Taiwan e conheceu o novo produto. Segundo ela, a ideia foi bastante divulgada pelo mundo, mas o próprio taiwanês não conhecia a nova combinação. No entanto, acha difícil que isso seja bem-aceito em outros países. Marcia teve oportunidade de provar o café salgado e conta que a sensação não foi muito agradável. “A mistura é exótica, o gosto é inexplicável. Mas não consegui dar dois goles na bebida. O cheiro do sal marinho se sobrepõe ao aroma do café.” O sal é acrescentado ao café em forma de creme, semelhante ao leite vaporizado. “Não acredito que essa prática obtenha sucesso em outros países.”
A opinião é compartilhada pela barista Isabela Raposeiras. “Acho que as pessoas vão poder entender que o café é um produto mais abrangente do que se acredita, mas ainda aposto que a cultura brasileira de café com bolo de fubá, por exemplo, será sempre mais forte. Acredito que a bebida combinada com temperos e sal, ainda por algum tempo, será uma ousadia de pessoas ligadas à gastronomia contemporânea e baristas com uma formação técnica mais profunda.”
A não ser que seja um caldo ou uma receita de comida com café, Isabela não acha que adoçar a bebida com sal seja uma combinação bem-sucedida. “Assim como também não gosto do resultado sensorial do café adoçado com o próprio açúcar. As situações felizes sensorialmente são harmonizações de café com comidas salgadas ou uso da bebida como ingrediente em receitas nas quais pode ser o fator principal ou um dos temperos que as compõem.”
MAS, POR QUE NÃO?
Um café normalmente pede um acompanhamento. No Brasil, se você vai a uma cafeteria, não espere que lhe sirvam a bebida com um pequeno salgado. Por uma questão cultural o café vem acompanhado de minibolo, petit-four, bolachinha ou até mesmo chocolate. Mas segundo Isabela Raposeiras, o ator coadjuvante poderia ser sim um salgado. “Infelizmente hoje no Brasil é difícil alguém servir café com acompanhamentos salgados. Sempre defendi essa combinação pelo efeito que eles causam na percepção da doçura natural do café. Hoje em dia, as pessoas comem algo doce antes ou durante o café, e, consequentemente, essa percepção fica rebaixada. Se o acompanhamento for levemente salgado, a doçura do café fica relativamente maior.”
Abraçar o paladar adocicado, no caso do café, é algo fortemente visto no Brasil e também lá fora. “Os doces e a pâtisserie ainda continuam mais fortes na combinação com café”, explica Isabela. Segundo a especialista, tudo é uma questão de harmonização.
“O grande segredo é combinar um determinado café com algumas comidas, como se faz com vinhos. Isso inclui grãos diferentes, métodos de preparo, tipos de torra, entre outros. Da mesma forma que fazemos com qualquer comida e bebida, podemos harmonizar café por semelhança ou contraste, dependendo do resultado sensorial que se queira obter.”
Um dos grandes “companheiros” de um bom café, na visão da barista, é o queijo, além de carnes em geral. Uma experiência muito interessante é a de um espresso acompanhado de um pequeno pedaço de mussarela de búfala, por exemplo. Mas Isabela prefere usar o café como ingrediente na gastronomia: “Gosto muito também dos peixes mais gordos em algumas combinações com café. Se bem montada, essa harmonização pode ser muito feliz. A maneira mais fácil de não errar nas misturas é usar lácteos. Eles equilibram algumas tendências agressivas de determinadas combinações. Gosto mais de me aventurar em áreas menos óbvias, por isso uso o café na gastronomia como ingrediente. Ele é mais rico se usado em pratos salgados como parte dele do que se tentarmos apenas uma harmonização”.
Mas por que não experimentar uma combinação diferente? Tudo bem, o café com sal de Taiwan pode ser algo muito exótico, mas por curiosidade experimente a sugestão de Isabela em casa: “Nada mais maravilhoso do que um encorpado, doce e aromático espresso acompanhado por uma bela lasca de queijo Grana Padano.” Chame os amigos e faça um convite aos novos sabores!”
Veja o video no link abaixo de uma cafeteria em Taiwan que vende o café salgado.