Curso de Barista é ministrado pela Barista Sênior Simoni Yamaguty que já participou de diversos campeonatos (regional e nacional).
A metodologia é conduzida pelas regras da WBC (World Barista Championship) um dos equipamentos utilizado para as práticas é a AURELIA COMPETIZIONE, desenvolvida especialmente para atender aos mais exigentes Baristas do mundo, representada pela marca Nuova Simoneli, Patrocinadora Oficial do Campeonato Mundial de Baristas.
O curso procura atender aos interessados em ingressar ao maravilhoso mundo dos cafés, aos profissionais de gastronomia e também aos apaixonados por café.
Barista I
Duração: 4 horas
Período: manhã – das 8 as 12 horas
Data: último sábado do mês
Local: Rua Quinze de Novembro 784 loja 01 – Curitiba – Paraná
Investimento: R$200,00 (50% na incrição e 50% no dia do curso)
Conteúdo
Teoria:
Breve história do café;
Profissão Barista.
Prática:
Métodos de preparo;
Apresentação da máquina e moinho (denominações técnicas);
Utensílios e equipamentos;
Regulagem de moinho;
Preparação de café espresso utilizando técnica americana e italiana;
Técnica de vaporização e montagem do leite;
Apresentação de cardápio de cafés tradicionais italianos.
A maior rede de cafeteiria do mundo, Starbucks, terá seu logotipo modificado em Março, ano que será comemorado 40 anos da marca. Ao longo desta trajetória de sucesso, será a quarta mudança no logo.
A Starbucks quer ampliar seus serviços, oferecendo produtos da marca também para supermercados e também oferecendo produtos que vão além do café, por isso a retirada do “Coffee”. O CEO da Starbucks Howard Schultz, afirma “Mesmo tendo sido sempre uma empresa de café, o que sempre continuaremos a ser, é possível que no futuro tenhamos outros produtos com nosso nome e sem café no seu conteúdo”
O logotipo da Starbucks é uma sereia de duas caldas, na primeira versão esta exibia os seios e as caldas. Agora o ultimo logo será mais simplificados sem o nome da marca e o coffee, com ZOOM na sereia.
Para o cafezinho chegar no país percorreu um longo caminho, passou por uma história que mistura persistência e acaso. Agora, nenhum passeio pelo bairro de Ginza é completo sem uma parada para um café.
Em Nova York, você pode tomar o pior café – ralo e fraco – ou o melhor. Na cidade, há uma cultura do café e, assim como existem os apreciadores de um bom vinho, há também os aficionados por café. Eles escolhem lugares com mesas comunitárias para degustar a bebida.
Cora é uma barista como são chamados mestres do café. Ela nos ensina a usar a cafeteira, que lembra uma seringa. Antes de mais nada, ela umedece o filtro com água quente e explica que até o papel do filtro que a gente usa em casa interfere no sabor do café.
Ela ajusta o cronômetro, um minuto e nada mais. Joga a água, aquecida a 90 graus centígrados, nem um a menos. Acrescenta o pó: seis gramas de café da Etiópia.
Ela explica que o café deve ser moído um pouquinho antes de ser preparado. Ela é muito exigente, não aceita aqueles cafés em cápsula ou mesmo o café já moído.
São muitos detalhes: regras sobre a temperatura da água, a qualidade dos grãos, até o jeito de mexer pode afetar o gosto, Cora diz. Ela inverte o tubo e pressiona. O café sai filtrado. O café tem muito sabor e ao mesmo tempo é leve.
Em outro, café, no Brooklyn, o processo é mais longo. Esqueça o relógio. Antes de mais nada, é preciso torrar os grãos. Os grãos vieram de uma pequena fazenda da Guatemala que fornece o café há treze anos para o dono da loja. Com a torrefação, o aroma do café vai ficando forte, até atingir a perfeição.
Os grãos torrados saem da máquina. É hora do próximo passo. James, o barista inglês, vai preparar a bebida. Ele pesa os grãos na balança para serem moídos na hora.
Ele joga água na cafeteira com sifão e globo de vidro – um modelo que pode ser facilmente encontrado no Brasil. Mas é o cuidado dele no preparo, que faz do café uma experiência única. A água ferve, vira vapor e passa a parte de cima da cafeteira.
É como aula de ciências no laboratório, ele diz. James mexe a água delicadamente para criar um redemoinho, que vai ajudar o café a se incorporar à água. Só depois ele joga o café. São três minutos de observação rigorosa.
O globo de vidro esfria, o vapor condensa, criando um vácuo. O café está pronto, mas ele ainda não deixa bebê-lo. É preciso esperar mais uns minutos, para ficar na temperatura ideal.
Muita calma. Em Nova York, café é mais que bebida. É alquimia.
A rede de cafeterias Starbucks começa a aceitar pagamentos via iPhone e BlackBerry a partir desta quarta-feira em suas lojas próprias nos Estados Unidos. Segundo a empresa, a implantação do sistema Starbucks Card Mobile App ocorre após um período de testes e pretende substituir o Starbucks Card, usado hoje para pagar uma em cinco compras.
Para usar o pagamento móvel, os consumidores precisam baixar o aplicativo Starbucks Card Mobile App para BlackBerry, iPhone ou iPod touch. Além dos pagamentos por cafés e comida, o aplicativo permite gerenciar a conta pré-paga, carregar novos créditos (via cartão de crédito e, no caso do iPhone, também por PayPal), procurar lojas próximas e verificar pontuação para trocar por produtos no Starbucks.
O Starbucks diz que mais de um terço de seus consumidores nos Estados Unidos usam smartphones, e três quartos deles têm um BlackBerry ou iPhone. O programa Starbucks Card, um cartão pré-pago para uso nas lojas, teve US$ 1,5 bilhão de recargas em 2010, segundo a cafeteria.
Os consumidores devem baixar o aplicativo Starbucks Card Mobile App para BlackBerry, iPhone ou iPod touch
Em casos muito raros, overdoses de cafeína já foram fatais. A dose oral estimada para causar a morte, que varia devido a fatores como o peso da pessoa, é de 5 a 10 gramas.
Seria muito difícil, provavelmente impossível, ingerir cafeína suficiente para morrer bebendo o café comum. Segundo estimativas do governo, uma xícara de 225 ml de café moído contém de 60 a 120 miligramas de cafeína. Considerando uma quantidade de cafeína de um lado e uma dose fatal de outro, você teria de beber pelo menos 42 xícaras em uma dada ocasião.
Mas a cafeína é encontrada em quantidades maiores nas bebidas energéticas, em medicamentos e preparações de ervas.
Concentrações de cafeína no plasma sanguíneo acima de 15 miligramas por litro de sangue podem causar reações tóxicas, e overdoses de cafeína são uma causa relativamente comum de emergências de envenenamento, com 4.183 casos relatados em 2007 pela Associação Americana de Centros de Controle de Venenos.
Entre todos esses casos, houve apenas uma morte.
Quando a cafeína chega a matar, as causas relatadas são batimentos cardíacos anormais, convulsões e afogamento no próprio vômito.
Julia Roberts arrecadou 1,2 milhões de euros para fazer um anúncio de 45 segundos no qual não profere uma única palavra. No comercial, rodado há poucas semanas em Roma para uma marca de café, a atriz americana limita-se a mostrar o seu célebre sorriso.
Um cachet milionário para um breve spot que vai começar a ser exibido na televisão italiana durante o período de Natal. De resto, a artista nem sequer teve de deslocar-se ao país, já que estava em Roma a rodar cenas para o filme ‘Comer, Orar, Amar’, de Ryan Murphy, baseado no best seller homónimo de Elizabeth Gilbert. Bastou-lhe aproveitar um intervalo das filmagens.
SÃO PAULO – A americana Sara Lee anunciou a compra da paranaense Café Damasco por R$ 100 milhões, dando um passo para consolidar sua liderança no mercado brasileiro. A companhia ficou em primeiro lugar no ranking da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) de 2009, seguida de perto pela 3 Corações, joint venture (associação) do grupo nordestino Santa Clara com a suíça Strauss-Elite. As duas companhias têm, cada uma, cerca de 20% do setor de café no País.
O valor pago pela Café Damasco, que tem sede em Curitiba e é líder no mercado paranaense, equivale a um ano de faturamento, segundo comunicado divulgado pelo grupo americano. De acordo com a Sara Lee, o negócio deverá ser concluído ainda hoje e será enviado para aprovação dos órgãos de defesa da concorrência.
Fontes da indústria de café dizem que a Damasco poderia ser considerada uma empresa de grande porte do mercado nacional – no ranking de 2009 da Abic, aparecia em sétimo lugar. Além da sede e da fábrica em Curitiba, a empresa tem uma planta industrial em Salvador, que a Sara Lee pretende usar para melhorar a distribuição de seus produtos no Nordeste.
O grupo americano, que fatura US$ 11 bilhões em todo o mundo, chegou ao País em 1998, com a aquisição da Café do Ponto, então a segunda maior companhia do mercado brasileiro. Hoje, detém várias marcas importantes no setor de café, como Pilão, Caboclo, Moka e Seleto – todas de maior expressão no Rio e em São Paulo, maiores mercados consumidores do País.
A cada R$ 35,00 (trinta e cinco reais) consumidos por pessoa, não cumulativo para troca posterior, você ganha um convite para assistir ao filme: “SKYLINE – A INVASÃO”, em qualquer cinema que o filme esteja sendo exibido (exceto Cinemark Iguatemi SP e Circuito Araújo). Consulte o roteiro dos cinemas. De segunda-feira à quinta-feira (exceto feriados). Verifique a classificação indicativa. Promoção limitada em 50 ingressos. Sujeito à lotação da sala.
Ano de lançamento: 2010
Gênero: Ficção científica
Diretor (s): Colin Strause e Greg Strause
Roteirista (s): Joshua Cordes e Liam O’Donnell
Produzido por: Tucker Tooley, Brian Tyler e Ryan Kavanaugh, entre outros
Elenco: Eric Balfour, Scottie Thompson, David Zayas, Donald Faison, Brittany Daniel, Crystal Reed e Neil Hopkins, entre outros
Classificação indicativa: A definir
Duração: 92 minutos
Sinopse:“Skyline – A Invasão” conta a história de um grupo de amigos que se depara com estranhas luzes vindas do céu de Los Angeles. De repente, a população da Terra começa a ser sugada. É então que os amigos precisam fazer de tudo para não serem absorvidos pelas luzes e sobreviverem aos seus ataques. Só assim, poderão investigar o que está acontecendo e solucionar este mistério.